ECONOMIA

Estudo da Vale estima arrecadação de R$ 1,3 trilhão com mineração até 2035

Um estudo da Vale, elaborado com a colaboração da consultoria Accenture, para destravar a mineração no país indica que o…

Um estudo da Vale, elaborado com a colaboração da consultoria Accenture, para destravar a mineração no país indica que o setor tem potencial de elevar a arrecadação de impostos para R$ 1,3 trilhão até 2035, saindo de atuais R$ 750 bilhões. Avanço amplia a geração de empregos para 5,3 milhões, ante os atuais 2,3 milhões de postos de trabalho diretos e indiretos. Leia mais: Serra Sul pode ampliar produção de minério em até 50 milhões de toneladas, diz Vale Confira os resultados e indicadores da Vale e das demais companhias de capital aberto no portal Valor Empresas 360 Segundo o presidente da Vale, Gustavo Pimenta, o Brasil tem potencial para ser líder na produção de minerais críticos. Ele destacou que o país possui 67% das reservas de nióbio, 17% das de ferro, 24% de grafita, 1,5% de lítio e 11% de níquel. Pimenta citou um estudo da Agência Internacional de Energia (AIE), que indica que a oferta de minerais precisa crescer cinco a seis vezes para atender às grandes demandas globais, como a transição energética e a eletrificação. Ele observou que o Brasil tem perdido na corrida da produção minerária. “O Brasil não tem conseguido transformar potencial minerário em riqueza”, disse Pimenta. O país hoje é o sexto país entre os maiores investidores em pesquisa minerária, respondendo por 3% dos aportes, ficando atrás de China, com 29%, Austrália e Canadá, com 14% cada um, além de Estados Unidos e Chile, com 8% cada. O estudo apresentado pelo executivo durante a Exposibram 2026 possui 15 iniciativas estratégicas divididas em quatro agendas prioritárias para alavancar o crescimento do setor até 2035. As agendas prioritárias englobam verticalização e integração da cadeia mineral, melhoria do ambiente de negócios e da segurança institucional, geração de valor compartilhado com a sociedade e aceleração nos licenciamentos.

Perguntas frequentes

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Sobre o que trata “Estudo da Vale estima arrecadação de R$ 1,3 trilhão com…”?
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Hugo Faria

Hugo Faria

Hugo Faria integra a equipe editorial do Estrato Saúde, vertical da rede Estrato, na função de Repórter de Bem-estar. O escopo permanente de cobertura inclui hábitos e qualidade de vida, com atenção ao leitor brasileiro que busca contexto factual, datas oficiais e implicações práticas. Na produção diária, prioriza fontes primárias (órgãos públicos, balanços, papers e documentos oficiais), cruza pelo menos duas referências independentes quando o tema é contestado e evita manchetes que prometam certeza onde há incerteza. Critérios de qualidade: lead com o fato principal, atribuição clara de autoria da equipe Estrato, atualização com selo quando há mudança material e linguagem acessível sem simplificar demais o risco ou o contexto. Trabalha sob revisão da mesa editorial e do editor-chefe do portal. Matérias YMYL recebem segunda leitura antes da publicação e podem ser atualizadas quando surgem novos dados oficiais. Limites: este perfil descreve o papel editorial na marca Estrato. O conteúdo publicado é informativo e não constitui aconselhamento médico, financeiro, jurídico ou profissional personalizado. Transparência ao leitor: metodologia em /metodologia/, ética em /etica-editorial/, correções em /correcoes/, equipe em /equipe/ e canal em /contato/ ([email protected]). Na página-mãe da rede, a bio ampliada e o arquivo de matérias ficam em estrato.cc/blog/, com link para o arquivo do autor em cada portal.

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