ECONOMIA
Mercadante critica propostas de candidatos para dividir BNDES e cortar subsídios
O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, criticou propostas de candidatos à Presidência para o banco estatal. “Tem gente propondo dividir…

O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, criticou propostas de candidatos à Presidência para o banco estatal. “Tem gente propondo dividir o BNDES e outros propondo cortar subsídio”, afirmou, durante a apresentação de relatório sobre estratégias de desenvolvimento para a América Latina e o Caribe. Entre as propostas está a do candidato Augusto Cury (Avante), que defende dividir o BNDES em duas instituições, uma voltada a grandes empresas e outra a micro e pequenas empresas. Já o programa de governo de Flávio Bolsonaro (PL) prevê apoiar a internacionalização de pequenas e médias empresas por meio do banco, com linhas de crédito específicas e orientação técnica. Sem citar nominalmente os candidatos, Mercadante afirmou que o banco é necessário para articular investimentos, inovação, infraestrutura e desenvolvimento produtivo de longo prazo. Segundo ele, políticas desse tipo não podem ficar restritas aos ciclos eleitorais. “Nós precisamos de um Estado forte e um mercado igualmente forte, regulado para ter uma concorrência e uma competição justa”, afirmou. Bancos públicos de desenvolvimento, segundo Mercadante, são cruciais para canalizar recursos, corrigir falhas de mercado e catalisar investimentos, não sendo caso isolado do Brasil. “Nós temos, hoje, 558 bancos públicos de desenvolvimento no planeta, em 155 países. Aqueles que acham que o BNDES tem que voltar a ser pequeno, ou que é uma jabuticaba, não é. Os ativos dos bancos públicos de desenvolvimento equivalem a US$ 23 trilhões de dólares”, disse, acrescentando que 10% do investimento mundial hoje são promovidos por esses instrumentos. “Não podemos ficar à mercê de cada ciclo do governo”, acrescentou.
Pontos-chave
- O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, criticou propostas de candidatos à Presidência para o banco estatal.
- “Tem gente propondo dividir o BNDES e outros propondo cortar subsídio”, afirmou, durante a apresentação de relatório sobre estratégias de desenvolvimento para a América Latina e o Caribe.
- Entre as propostas está a do candidato Augusto Cury (Avante), que defende dividir o BNDES em duas instituições, uma voltada a grandes empresas e outra a micro e pequenas empresas.
- Já o programa de governo de Flávio Bolsonaro (PL) prevê apoiar a internacionalização de pequenas e médias empresas por meio do banco, com linhas de crédito específicas e orientação técnica.
Síntese
Em síntese, “Mercadante critica propostas de candidatos para dividir BNDES e cortar subsídios” reúne os seguintes desdobramentos: Sem citar nominalmente os candidatos, Mercadante afirmou que o banco é necessário para articular investimentos, inovação, infraestrutura e desenvolvimento produtivo de longo prazo. Segundo ele, políticas desse tipo não podem ficar restritas aos ciclos eleitorais. “Nós precisamos de um Estado forte e um mercado igualmente forte, regulado para ter uma concorrência e uma competição justa”, afirmou. Bancos públicos de desenvolvimento, segundo Mercadante, são cruciais para canalizar recursos, corrigir falhas de mercado e catalisar investimentos, não sendo caso isolado do Brasil. "Nós temos, hoje, 558 bancos públicos de desenvolvimento no planeta, em 155 países.
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Perguntas frequentes
Respostas institucionais sobre esta cobertura, fontes e limites editoriais.
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